quinta-feira, 10 de julho de 2008

Nunca antes na história deste País, a saúde pública esteve tão doente


A tragédia do menino João, morto numa ação desastrada da PM, revelou à sociedade carioca um outro drama, que se tornou crônico, mas que não tem sensibilizado às autoridades públicas da área de saúde. Trata-se da situção caótica em que se encontra o sistema de transplantes de órgãos no Rio. A família do pequeno João doou os órgãos do menino, mas apenas uma córnea pôde ser utilizada, pois o único banco de olhos do estado fechou por falta de recursos. Com isto, as milhares de famílias que lutam contra o tempo para resgatarem a saúde de seus entes queridos gritam por socorro. E os (i)responsáveis fingem que não é com eles. À propósito, a família do primeiro da fila para transplante de fígado, não precisou esperar por mais tempo: o paciente morreu, depois de o Hospital Universitário do Fundão ter suspendido os transplantes por falta de condições. Enquanto isso, o governo quer criar mais impostos, sob o argumento mentiroso de que é preciso "mehorar a saúde pública deste País".

Um comentário:

Pileta 1 disse...

Cristiane,
Concordo plenamente com vc, a situação de abandono e carência de alguns dos principais hospitais públicos da Região Metropolitana do Rio de janeiro é um retrato da negligência e do descaso para com a população.
Gostaria de fazer uma indagação:
"Pode num mesmo estado da federação, haver dois candidatos de cidades diferentes concorrendo para vereador com mesmo número?"
P.Ex.:
Cristiane Brasil 14123 -Rio de Janeiro.
Wlliam da Silva Ferreira 14123- Duque de Caxias.
Saudações e sucesso.
Sua fã da turma do batom.
Lília.