
Por mais que as autoridades do primeiro mundo tomem medidas para debelar a crise, com o despejo de bilhões e bilhões de dinheiros públicos nos bancos em insolvência, a verdade é que a confiança dos povos no sistema foi para o brejo. E confiança não se compra, se conquista. Uma nova ordem mundial deve surgir com o colapso financeiro e o mundo capitalista passará por questionamentos, que obrigarão aos donos do mundo revisão nos mecanismos de controle. Depois da queda do Muro de Berlim, o mundo, agora, se deu conta de que ficara capenga. O reequilíbrio levará tempo, a um custo incomensurável. O momento é de prudência em todos os sentidos.

