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domingo, 25 de julho de 2010

A terceira idade cria chances para cuidadores

Envelhecimento da população valoriza tarefa que, há pouco tempo, era realizada pelo empregado doméstico. Com qualificação e regulamentação, profissão atrai candidatos
POR LEILA SOUZA LIMA

Rio - O número de idosos vai dobrar em 20 anos no País, segundo dados do IBGE. Em 2008, o total de pessoas com 60 anos ou mais no Brasil era de 21 milhões. O Rio de Janeiro é capital nacional da terceira idade, com 14,9% da população acima dessa faixa. Diante dessa realidade, especialistas apontam o cuidador de idosos como uma das profissões mais importantes do futuro. Em geral, eles ganham a partir de R$ 1 mil mensais, em casa de classe média, dormindo no emprego de segunda a sexta ou em plantões. Mas é preciso mais que preparo técnico — a profissão exige entrega maior do que em muitas outras ocupações.

A área se tornou tão importante que levou o governo federal a implementar o Programa Nacional de Formação de Cuidadores de Idosos, executado por escolas técnicas do Sistema Único de Saúde de todo o País. “Não é necessário ser enfermeiro. É uma ocupação de livre exercício. Mas é recomendável se qualificar nos conhecimentos básicos, na saúde e nos direitos do idoso, além das atividades diárias, como higiene, alimentação, vulnerabilidade e segurança”, explica Daniel Groisman, coordenador do curso oferecido em parceria pelos ministérios do Desenvolvimento Social e da Saúde na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, na Fiocruz.
EMPREGOS APÓS OS 40

A profissão foi criada pelo projeto de Lei 6.966/06, que prevê que esse profissional presta ajuda domiciliar a pessoas que não podem realizar tarefas cotidianas básicas. A regulamentação está em andamento. Na prática, patrões contratam pelo regime do empregado doméstico, com os mesmo direitos. É o que caracteriza o emprego de Magna Samuel, 46 anos, que cuida de uma senhora e faz serviços domésticos. Após viver com os pais por quase toda a vida, ela tornou-se independente quando passou a prestar assistência. “Tive alguns empregos, mas fiquei muito tempo parada. Então, fiz um curso e passei a cuidar de uma senhora. Gosto muito do que faço. A pessoa não pode forçar a barra para trabalhar nessa área”, ensina Magna.

Fonte: Jornal O Dia

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lei 4658/2007

Confira no link o texto da Lei de minha autoria, promulgada em 2007, que determina o tipo de piso das calçadas e passeios públicos do Rio: http://mail.camara.rj.gov.br/APL/Legislativos/contlei.nsf/f25edae7e64db53b032564fe005262ef/66656de2774c1028032576ac007279a8?OpenDocument.

Projeto de Lei nº 401/2005

Confira no link o texto do Projeto de Lei de minha autoria que previa a troca dos pisos das calçadas com pedra do tipo portuguesa por qualquer piso, desde que anti-derrapante e contínuo, nas ruas do Rio, com a justificativa, na íntegra, que apresentei para elaboração do projeto: http://cmrj3.cmrj.gov.br/spldocs/pl/2005/pl0401_2005_007807.pdf.

Esclarecimento sobre a nota "As pedras no caminho", publicada na edição de 22/07/2010, na coluna "Extra, Extra!", do jornal Extra

Cara jornalista Berenice Seara,
Sobre nota publicada em 22/07/2010, no jornal Extra, página 9, na coluna Extra, Extra!, intitulada "As pedras no caminho", cabe esclarecer que a Lei Municipal 4.658, promulgada em 2007, de minha autoria, que estabelece a troca do calçamento de pedras portuguesas em toda a cidade do Rio de Janeiro por piso plano e anti-derrapante, excetuando-se os espaços tombados, como a orla da cidade, tem por objetivo garantir a segurança de pedestres, principalmente idosos. Passar para os leitores a informação distorcida, inverídica e fútil de ser uma lei que visa preservar salto alto é mau jornalismo e, apenas e tão, somente um "achismo" infundado da jornalista que assina a citada coluna. Gerontólogos renomados, como Alexandre Kalache, chefe do programa de envelhecimento e saúde da OMS, e Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati/Uerj) aprovam a lei e garantem que este é o caminho para tornar o Rio de Janeiro, cidade com maior número de idosos do Brasil, uma cidade acessível e segura a todos os cidadãos, principalmente, aqueles da terceira idade.
Cristiane Brasil
Secretária de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida da Prefeitura do Rio