Mostrando postagens com marcador aposentadoria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aposentadoria. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de junho de 2011

II Concurso Nacional de Monografias do PTB Mulher: prazo prorrogado

Uma super novidade: o II Concurso Nacional de Monografias do PTB Mulher teve prazo ampliado. Agora, os interessados poderão enviar seus trabalhos até 30 de setembro e concorrer à premiação total de R$ 17 mil, que será dividida entre os três primeiros colocados (R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 2 mil, respectivamente). Todos valores líquidos, livres de impostos.


O principal objetivo do Concurso é aproximar os jovens brasileiros da discussão política, através da reflexão, pesquisa e produção literária. Para concorrer, é preciso estar cursando uma universidade ou ser portador de diploma de terceiro grau. Os textos precisam ser inéditos e individuais.


Os concorrentes terão de debater, em, no máximo, 70 laudas, a questão previdenciária no País, destrinchando o tema: “Previdência Social no Brasil: soluções do passado, desafios do presente, incertezas do futuro”. Como subtemas relacionados, os organizadores do Concurso indicam: “A Previdência ideal e a realidade atuarial do sistema"; “Idade mínima para a aposentadoria: como envolver a sociedade na discussão de questões tão sensíveis e fundamentais para todos?”; e "O Estatuto do PTB e a Previdência no Brasil: quais são os modelos propostos pelos partidos e o que melhor funciona para o País?".


"A questão previdenciária vem sendo discutida, calorosamente, em todo o mundo e, em nosso País, este debate se faz mais que necessário. O que pensam os brasileiros sobre o assunto? O PTB Mulher quer ouvir a sua resposta", convida a Presidente Nacional do movimento, Cristiane Brasil.


Para mais informações sobre o Concurso, basta acessar o regulamento completo no site oficial do PTB Mulher, www.ptbmulher.org.br. Visite também o blog do movimento: www.ptbmulhernacional.blogspot.com.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

24 de Janeiro: Dia Nacional do Aposentado

24 de janeiro é o Dia do Aposentado. Atualmente, os festejos relativos à data ainda não são dos mais destacados entre as comemorações de nosso calendário. A situação, no entanto, tende a mudar. O aumento da proporção de idosos em nossa população é uma tendência irreversível e, por consequência, teremos, cada vez mais, aposentados. Assim, a relevância econômica fará com que esta data seja cada vez mais lembrada. Afinal, os aposentados dos tempos atuais foram a força propulsora do Brasil que, hoje, vemos se destacar em âmbito mundial.

Mas não vamos nos prender ao lado mais racional deste Dia. O que devemos reforçar é que os aposentados de hoje são cidadãos ativos e participativos em nossa sociedade. Reivindicam seus direitos com ênfase e são resónsáveis pela construção de uma nova terceira idade - mais uma vez, preparando a estrada para as futuras gerações. Emocionalmente, são cada vez mais fortes, auxiliando na educação dos netos e aconselhando seus filhos na escolha dos caminhos da vida.

Vivemos uma Nova Era, em que a experiência dos mais vividos é imprescindível. No tempo dos bytes e megabytes, a base da formação é cada vez mais necessária para separar o joio do trigo, o que vale do que é irrelevante. E para nos auxiliar nesta peneira, ninguém melhor do que as pessoas que construíram e ainda constroem o mundo atual.

Parabéns a todos os aposentados do Brasil!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Aposentados levam propostas para melhorar benefícios

Por Edna Simão

BRASÍLIA - Às vésperas de ser conhecido o novo presidente do País, os aposentados e pensionistas do INSS apresentaram ao governo federal uma série de propostas para melhorar o valor dos benefícios previdenciários a partir do próximo ano. Foi sugerido até a criação de uma secretaria interministerial de Assuntos Relacionados ao Idoso, Aposentados e Pensionistas.

Durante o encontro com as entidades que representam os aposentados e pensionistas, o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, apenas ouviu as reivindicações e tentou não se comprometer com nenhum pedido. "O compromisso do governo é manter o diálogo. Essa reunião não é uma demonstração de que decisões estão sendo tomadas", afirmou Gabas.

Segundo o ministro, as centrais vão unificar a pauta de reivindicações e até o dia 31 de dezembro o governo vai dizer o que é ou não possível fazer. Na reunião com os representantes dos aposentados ficou claro que ainda há divergência entre eles, principalmente, no que diz respeito à correção dos benefícios.

A Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap) pede o mesmo porcentual de reajuste do salário mínimo a todos os aposentados e pensionistas. O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical quer que seja criada uma política de recuperação do poder de compra dos benefícios dos que recebem mais que um salário mínimo. Nas últimas negociações, o governo tem se mostrado contra as duas ideias.

Consenso

Na avaliação do presidente do sindicato, João Batista Inocentini, conceder um aumento igual ao do salário mínimo pode prejudicar as negociações dos trabalhadores da ativa. "Essa é uma das divergências. Mas vamos nos reunir na próxima semana para tentarmos chegar a um consenso", destacou Inocentini.

O sindicato ligado à Força Sindical propõe ainda a criação de um Índice Nacional de Preços para aposentados e pensionistas e isenção de Imposto de Renda. Os representantes dos aposentados concordam, no entanto, com a extinção do fator previdenciário, criado em 1999 com o objetivo de desestimular as aposentadorias precoces.

A estratégia adotada pelos aposentados é parecida com os dos trabalhadores da ativa, que recentemente tiveram um encontro com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi com o objetivo de antecipar o debate em torno do salário mínimo. O objetivo é barganhar mais reajuste devido à corrida eleitoral.

Fonte: O Estado de São Paulo http://economia.estadao.com.br/noticias/not_41132.htm

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Inflação para terceira idade deve acelerar no terceiro trimestre

Os preços de produtos e serviços utilizados pela terceira idade devem apresentar elevação no próximo trimestre, acredita o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz. Com isso, a tendência de que a inflação para o idoso, medida pelo índice de preços ao consumidor da terceira idade (IPC-3i), supere a média geral da população, registrada no IPC-Brasil, deve ser mantida.

No primeiro semestre deste ano, o IPC-3i foi de 3,67%, enquanto no mesmo período do ano passado havia sido de 2,68%. No acumulado em 12 meses, a inflação do idoso registra taxa de 5,1%, e a média da população ficou um pouco abaixo, com 4,93%.

O economista da FGV demonstra que essa diferença se torna significativa ao longo do tempo. No acumulado entre 2004 e 2009, o IPC-3i avançou 33,13%, enquanto o IPC-Br acumulou taxas de 31,24% nos mesmos seis anos.

"O indexador de reajustes para o aposentado é o mesmo que o utilizado para a média da população, enquanto a inflação deles é mais alta. Então o idoso vai sentindo mais rapidamente os efeitos da inflação", disse Braz.

A diferença entre a inflação do idoso e a média da população no primeiro semestre deste ano foi impulsionada pelo reajuste de serviços administrados, mais utilizados na residência, e pelo setor de saúde. A alimentação responde por 32% do índice dos idosos, a habitação é responsável por 31% da inflação e os serviços de saúde representam 16% da terceira idade. A saúde representa justamente a grande diferença para a média da população.

O índice dos idosos ficou mais baixo no segundo trimestre, com 0,92%, do que nos três primeiros meses, quando foi de 2,72%. A alimentação ajudou neste recuo, por ter desacelerado do avanço de 5,8% no início do ano, para ficar praticamente estável, com alta de 0,01%.

No entanto, para o terceiro trimestre, esperam-se reajustes maiores dos alimentos. "O grupo alimentação não deve ficar com uma taxa baixa como no segundo trimestre, mesmo que não pressione tanto como foi no primeiro trimestre. Para o terceiro trimestre, esperamos também o grupo habitação com taxa maior, dados os reajustes na parte de energia elétrica, água e esgoto e telefonia", disse Braz.

Apesar de ser a maior diferença, a alimentação não é o único fator de redução de pressão sobre os índices de preços. Das sete classes de produtos e serviços pesquisadas, a FGV encontrou queda das taxas de inflação em quatro, no segundo trimestre deste ano. Já no semestre, cinco das sete classes tiveram avanço.

"Dá para perceber que a economia está mais aquecida. Isso provoca aceleração de preços e o idoso não está imune a isso", disse o economista responsável pela pesquisa.

Fonte: Globo Online

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Potencial do "novo idoso" é pouco aproveitado no consumo

Foi-se o tempo em que o idoso era associado ao vovô esquecido na cadeira de balanço ao lado da senhora enrugada e de cabelos brancos fazendo crochê. Hoje, a existência de idosos saudáveis e produtivos já é uma realidade e deve influenciar o mercado e até melhorar o consumo. Para a especialista em gerontologia, Beltrina Corte, da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), as oportunidades de inclusão são imensas.

Uma pesquisa recente da GfK Brasil mostrou que os idosos já representam 17% do poder de compra no país. Além disso, 88% dos brasileiros acima de 60 anos possuem renda própria, segundo a empresa de pesquisa. Outro levantamento, feito pelo IBGE, aponta, segundo a GfK, que, em 2020, as pessoas com idade acima de 50 anos representarão 18 milhões de consumidores no País, com renda total de R$ 25 bilhões. Hoje, essa faixa etária corresponde a 43% da classe de renda mais alta (acima de dez salários mínimos). No total da população, são 23% e costumam ir mais vezes às compras.

Viajar, comprar, passear
"Os idosos que vivem apenas com a aposentadoria têm de fato o dinheiro contado", afirma Beltrina. "Mas existe um contingente grande que se preparou para a velhice e está disposto a gastar consigo mesmo ou com seus familiares. São pessoas desejosas de viajar, comprar, passear, estudar".

É o caso da dona-de-casa Anita Zumbano Fochesato, de 60 anos, que costuma viajar todo ano com a mãe, de 91 anos. "Nós estamos planejando ir ao Nordeste em um cruzeiro de navio", conta. "Eu acho muito saudável se mexer e conhecer novos lugares". Anita e a mãe também adoram fazer compras e estão sempre atentas para o que ocorre á sua volta, lendo e vendo televisão.
Depois de trabalhar a vida toda, primeiro em uma companhia de aviação, depois numa loja e finalmente em um restaurante, ela quer aproveitar a vida. "Não estamos na fase de economizar", afirma. "Como não temos compromissos, estamos na época de gastar".

Produtos dirigidos
Para Beltrina Corte, histórias como essa mostram que o mercado precisa acordar e ver o potencial de consumo dos mais idosos. Os "novos velhos" trabalham, suam na academia, conversam com os filhos e netos por Skype e vão a festas. Mas são poucos os produtos especialmente dirigidos a essas pessoas que ainda têm muito a viver.

"Infelizmente, o mercado ainda não considera o design, a cor, o comportamento dessa população", argumenta a gerontóloga. Ela lembra que há enormes possibilidade na arquitetura, lazer, comércio, moda e beleza, além do turismo.

Ao comentar a pesquisa, Paulo Carramenha, diretor presidente da GfK Brasil, chamou a atenção para o fato de que a maior expectativa de vida da população é uma das cinco tendências mundiais que influenciam o consumo. Na Alemanha, por exemplo, a empresa constatou que muitas pessoas com idade entre 50 e 69 anos fazem compras on line. No Brasil, segundo Carramenha, essa tendência está começando e deverá pautar vários setores. Mas é preciso levar em conta as especificidades desse público, tanto no aspecto das necessidades físicas como na transformação de interesses.
Fonte: Site Brasil Econômico

terça-feira, 8 de junho de 2010

Bom humor é coisa séria!

Meus querido, vejam que interessante: mais um estudo comprova que a manutenção do bom humor influencia diretamente, e de forma mais que positiva, no nosso processo de envelhecimento. Está cientificamente provado! Vamos praticar?

Bom humor favorece envelhecimento saudável

Um estudo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia mostra que o bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar suas chances de alcançar a terceira idade. A pesquisa, que avaliou dados de mais de 53 mil pessoas que foram acompanhadas por sete anos, mostra que os participantes classificados como os mais bem humorados em diversos testes tinham uma redução de até duas vezes nos riscos de morte no período, comparados àqueles com menor pontuação em bom humor.
Foram realizados três testes para medir o humor dos participantes, avaliando sua capacidade de entender o humor e de pensar de forma bem humorada. O estudo confirma os resultados de uma pesquisa anterior com pacientes com insuficiência renal crônica, que indicou que os bem humorados tinham maior sobrevida. Os pesquisadores garantem que há razões para se acreditar que o senso de humor continua a ter um efeito positivo sobre a saúde mental e a vida social, mesmo após as pessoas se aposentarem.

Fonte: Correio do Brasil

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Inflação para a terceira idade bate recorde no trimestre

O reajuste das aposentadorias, que está sendo discutido pelo governo, ganha ainda mais importância por causa da alta do custo de vida para a faixa etária a que se destina. Neste ano, a inflação da terceira idade (acima de 60 anos) teve a maior alta trimestral em seis anos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) subiu 2,72% no primeiro trimestre, o maior resultado para qualquer trimestre desde o início da série histórica, em 2004.

O grupo alimentação, que responde por 31% do índice, subiu 5,8%, também recorde da série. A FGV disse que o crescimento o IPC-3i no primeiro trimestre carrega efeitos sazonais (influência de questões de momento), mas também mostra uma fase de aquecimento inflacionário.
O resultado do primeiro trimestre foi bem maior que os 1,15% do quarto trimestre de 2009 e também ficou acima dos 1,51% do primeiro trimestre do ano passado, o que aponta para a existência de fatores além da sazonalidade.


Dentro dos alimentos, hortaliças e legumes apresentaram alta de 21,46%, bem superior aos 6,39% do quarto trimestre de 2009 e acima dos 12,31% do primeiro trimestre do ano passado. Já as frutas avançaram 6,48% entre janeiro e março de 2010, contra uma alta de 6,77% no primeiro trimestre de 2009 e uma queda de 3,30% nos últimos três meses do ano passado.


A alimentação não é a única fonte de pressão sobre os preços da cesta de produtos consumida pelos brasileiros com mais de 60 anos. Os custos com empregados domésticos subiram 4,51% no primeiro trimestre dentro do IPC-3i, acima dos 4,25% de igual período do ano passado.
Os serviços de vestuário avançaram 2,92%, contra 1,63%. Os serviços médicos subiram 2,69%, bem acima dos 1,88% de alta no primeiro trimestre do ano passado.


Os medicamentos são outra fonte de pressão para os próximos trimestres, já que a alta média de 4,5% deve atingir em cheio os remédios controlados, como cardioterápicos e antidepressivos, que estão entre os de maior peso na cesta do IPC-3i.

Fonte: Uol Notícias, com Valor Online