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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
II Tropa de Baton chega ao fim
Saiba mais sobre tudo o que aconteceu durante o II Seminário de Lideranças Femininas para a Política Tropa de Baton, do PTB Mulher, em www.ptbmulher.org.br. Confira fotos do evento em www.facebook.com.br/ptbmulhernacional.
sábado, 12 de novembro de 2011
II Tropa de Baton: Roberto Jefferson diz que PTB Mulher é uma aposta forte do partido
O Presidente Nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, afirmou neste sábado (12/11/2011), na palestra sobre oratória do II Seminário Tropa de Baton, realizado no Rio de Janeiro pelo PTB e pelo PTB Mulher, que a mulher é muito mais aberta a aprender e apta a ouvir. Segundo O Presidente, o PTB é um partido político que conquista as massas, “e a conquista se dá através do verbo, as emoções que a palavra carrega, do peso que a palavra tem”. Estiveram presentes à palestra os Secretários da Executiva Nacional do Partido Norberto Martins (1º Secretário Geral), Honésio Ferreira (Comunicação) e Luiz Francisco Correa Barbosa (Jurídico).
“E a Cristiane (Presidente do PTB Mulher) percebeu isso e está construindo para nós o que eu entendo ser a célula mais importante do partido. Eu sei que, lá na frente, quando vocês chegarem a assumir a sucessão das executivas regionais e da Nacional, não vai ter mais PTB Mulher, vai ser uma coisa só, uma construção nacional feita através das mulheres”, disse o líder petebista, referindo-se ao fato do movimento ser uma aposta do PTB.
Apesar do entusiasmo de considerar que, em breve, as mulheres do movimento feminino assumam as rédeas do PTB, assim como fez Ivete Vargas, em 1980, Roberto Jefferson contou que hoje ainda é difícil consolidar o PTB Mulher em alguns estados do país devido ao machismo. Ele ressaltou que as mulheres não podem ser excluídas do partido, e que inseri-las apenas, como exemplificou, “na hora de fazer a lista e dar os nomes para fazer os 30% é incorreto”.
“Tem que permitir que elas cheguem com condições, como fez a Elaine (Matozinhos, presidente do PTB Mulher de Minas Gerais e vereadora em Belo Horizonte) na chapa mineira, que arrumou uma oportunidade para poder vencer. É essa célula que estamos plantando no partido”, destacou Jefferson.
O Presidente Nacional do PTB agradeceu o esforço e a dedicação da presidente do PTB Mulher, vereadora Cristiane Brasil (RJ), e das militantes feministas do partido no país pelo trabalho desenvolvido a nível regional e nacional.
Ele acrescentou ainda que mesmo com o árduo trabalho para formar ou consolidar o PTB Mulher nas federações, sempre apostou no movimento por ter se mostrado sempre como um projeto fraterno, que junta, soma e se multiplica favoravelmente.
“Por isso que apostei nesse movimento, que vem crescendo no PTB. Lá na frente, se depender de mim, vai ter que ter um PTB Homem, porque as mulheres vão prosperar”, concluiu Jefferson.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
II Tropa de Baton vem aí
Terá início nesta sexta-feira, 11/11/2011, o II Seminário de Lideranças Femininas para a Política Tropa de Baton, promovido pelo PTB e pelo PTB Mulher. O evento reunirá, durante três dias, no Rio de Janeiro, cerca de 100 petebistas de todo o Brasil, para debater estratégias de participação na política e no processo de gestão dos partidos. A intenção é contribuir para a capacitação, o treinamento e a formação profissional, de fato, de mulheres que estejam interessadas em assumir o papel de protagonistas no cenário político-partidário brasileiro.
Com vistas às eleições municipais do próximo ano, a Presidente Nacional do PTB Mulher, Vereadora Cristiane Brasil (PTB/RJ), não tem poupado esforços no sentido de consolidar o movimento nos estados e municípios do País. Como resultado, o partido vem conseguindo renovar sua militância feminina, arregimentando mulheres que se identificam com a filosofia trabalhista e prometem fazer barulho no pleito de 2012.
“O PTB Mulher, mais uma vez, sai na frente e aposta no constante treinamento e capacitação não só de seus quadros, mas também de possíveis interessadas em integrar o movimento. Promovemos e incentivamos a participação de mulheres em cursos, seminários e palestras no Brasil e no exterior. Além disso, vamos periodicamente às ruas, com eventos e ações sociais de médio e grande porte, para divulgar o movimento e, assim, atrair novas lideranças. Temos que aproveitar oportunidades e atrair mulheres para estarem presentes, efetivamente, na política”, afirma a Presidente, que vai além: “acredito que o potencial feminino é indispensável à política e aos partidos e a participação crescente das mulheres nas grandes discussões e centros de poder, fundamental à democracia”.
Lideranças petebistas de diversos estados marcarão presença no evento, entre elas a Vice-Presidente Nacional do PTB Mulher e Presidente Estadual do PTB Mulher-SP, Marlene Campos Machado; a gaúcha Marli Iglesias, Segunda Vice-Presidente do movimento; a Presidente do PTB Mulher-MG, Elaine Matozinhos; do PTB Mulher-CE, Quitéria Vieira; do PTB Mulher-RJ, Vera Gorgulho; do PTB Mulher-PI, Rita Leite; do PTB Mulher-BA, Evana Gomes; e do PTB Mulher-MS, Claire Ramona.
Acompanhe no site oficial e nas redes sociais do PTB Mulher a cobertura completa e em tempo real do II Seminário Tropa de Baton.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Campanha do Feijão Amigo do PTB Mulher-RJ arrecada mais de 1 tonelada do alimento
A união, realmente, faz a força! E a Campanha do Feijão Amigo do PTB Mulher-RJ é prova disso. Em pouco mais de 30 dias, foram arrecadados exatos 1.311 kg de feijão em todo o município do Rio, que, desta vez, beneficiarão três comunidades cariocas: Pavuna, Brás de Pina e Vila Vintém.Tudo isso só foi possível porque o movimento contou com a ajuda incansável de seus membros na capital fluminense, assim como de amigos e parceiros do PTB e do PTB Mulher-RJ – pessoas que se empenharam para nos ajudar a fazer a diferença!
Na Pavuna e na Vila Vintém, as festas de entrega do feijão arrecadado acontecerão nesta quarta-feira, 05/10/2011, a partir das 9h. Os eventos acontecerão no Clube Pavunense e naTravessa Lomas Valentinas, respectivamente. A data de entrega para a comunidade de Brás de Pina ainda não foi definida.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
II Concurso Nacional de Monografias do PTB Mulher: prazo prorrogado
Uma super novidade: o II Concurso Nacional de Monografias do PTB Mulher teve prazo ampliado. Agora, os interessados poderão enviar seus trabalhos até 30 de setembro e concorrer à premiação total de R$ 17 mil, que será dividida entre os três primeiros colocados (R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 2 mil, respectivamente). Todos valores líquidos, livres de impostos.
O principal objetivo do Concurso é aproximar os jovens brasileiros da discussão política, através da reflexão, pesquisa e produção literária. Para concorrer, é preciso estar cursando uma universidade ou ser portador de diploma de terceiro grau. Os textos precisam ser inéditos e individuais.
Os concorrentes terão de debater, em, no máximo, 70 laudas, a questão previdenciária no País, destrinchando o tema: “Previdência Social no Brasil: soluções do passado, desafios do presente, incertezas do futuro”. Como subtemas relacionados, os organizadores do Concurso indicam: “A Previdência ideal e a realidade atuarial do sistema"; “Idade mínima para a aposentadoria: como envolver a sociedade na discussão de questões tão sensíveis e fundamentais para todos?”; e "O Estatuto do PTB e a Previdência no Brasil: quais são os modelos propostos pelos partidos e o que melhor funciona para o País?".
"A questão previdenciária vem sendo discutida, calorosamente, em todo o mundo e, em nosso País, este debate se faz mais que necessário. O que pensam os brasileiros sobre o assunto? O PTB Mulher quer ouvir a sua resposta", convida a Presidente Nacional do movimento, Cristiane Brasil.
Para mais informações sobre o Concurso, basta acessar o regulamento completo no site oficial do PTB Mulher, www.ptbmulher.org.br. Visite também o blog do movimento: www.ptbmulhernacional.blogspot.com.
domingo, 1 de maio de 2011
1º de maio: constatações e reflexões
Estamos em 1º de maio de 2011, Dia Mundial do Trabalho. A mídia, nos últimos meses, vem ressaltando algumas conquistas do Governo em relação à questão do emprego no País.
Recentemente, foi anunciado um recorde na criação de novos postos de trabalho: segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no primeiro trimestre do ano foram gerados no Brasil 583.886 novos empregos formais. Com relação aos salários, as notícias oficiais também são positivas: de janeiro a março de 2011, os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 2,92%, em relação aos mesmos três meses de 2010. E no período compreendido entre o primeiro trimestre de 2003 e o primeiro trimestre de 2011, os salários médios de admissão evidenciaram um aumento real de 32,28%.
Em relação à geração de emprego para profissionais de mais idade, a tendência de melhora também existe. Dados atualizados do IBGE mostram que de 2003 ao primeiro trimestre de 2011, o número de pessoas com mais de 50 anos que estão trabalhando nas seis principais regiões metropolitanas do País – Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre – cresceu 56,1%, enquanto o aumento médio da população empregada foi de 19,8%. Esses profissionais representam hoje 21,8%, da força de trabalho brasileira, enquanto há oito anos significavam 16,7%.
Há de se comemorar, sim, os avanços. Mas a necessidade de reflexão e de mudanças mais contundentes ainda existe. Foram décadas de lutas e sacrifícios em prol de direitos que garantiram certa dignidade ao trabalhador. Temos um bom sistema de proteção a quem trabalha, que, no meu entendimento, deve ser incentivado. Apesar disso, a situação de muitos brasileiros ainda é bastante diferente de uma realidade justa. Não são raros os casos de desrespeito, discriminação e humilhação contra os trabalhadores. Muitos deles vivendo, até, de forma semelhante aos regimes de escravidão. Isso mesmo, escravidão!
Importante também discutir-se a questão da desigualdade entre os gêneros. Estudos econômicos já provaram por "a + b" que, além de terem dupla jornada de trabalho (dentro e fora de casa), as mulheres ganham menos para ocupar os mesmos postos que os homens. As mulheres representam a maioria da população brasileira, estão, cada vez mais, ocupando cargos de chefia e poder dentro das empresas e, cada vez mais, sendo as principais mantenedoras do lar. A equiparação salarial é mais que uma necessidade. É um direito.
Em se tratando da terceira idade, o que posso dizer é que temos uma das melhores e mais avançadas legislações no que diz respeito à proteção e à promoção dos direitos dos idosos. Temos um bom leque de políticas estruturantes para atender às suas necessidades. Não no que diz respeito ao trabalho, no entanto. Quando se trata de oferecer oportunidades de emprego a esta parcela da população, o cenário, no Brasil, ainda é extremamente desigual e avança de forma muito lenta. Por puro preconceito. Negligenciar a experiência daqueles que ainda têm muito a colaborar para o crescimento do País é, no mínimo, sinal de atraso. Um atraso que o Brasil não pode mais bancar.
O legado de riqueza e prosperidade de uma Nação depende única e exclusivamente de seu povo trabalhador. Por isso, a luta deve ser sempre pela expansão de oportunidades para jovens, adultos e idosos. Isto, sim, é justiça social: trabalho e, por conseqüência, dinheiro no bolso do trabalhador.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Ajuda às vítimas das chuvas no Rio
O PTB Mulher-RJ promove campanha de arrecadação de água mineral e alimentos não perecíveis, a serem enviados às vítimas das chuvas na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. As doações podem ser entregues na sede do movimento, que fica à Rua 13 de Maio, 13, sala 1908, no Centro do município do Rio, de segunda à sexta, em horário comercial. Mais informações pelo telefone (21) 2292-9171. Colabore!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Segunda edição do Concurso de Monografias do PTB Mulher oferece prêmio de R$ 10 mil
Principal objetivo é incentivar a discussão política entre os jovens
Está lançado o II Concurso Nacional de Monografias do PTB Mulher, que tem como principal objetivo aproximar os jovens brasileiros da discussão política, através da reflexão, pesquisa e produção literária. Nesta segunda edição, a iniciativa traz uma novidade interessante: haverá apenas uma categoria de premiação, que oferecerá R$ 10 mil ao autor do trabalho vencedor.
Para concorrer, os interessados terão de debater, em, no máximo, 70 laudas, a questão previdenciária no País, destrinchando o tema: “Previdência Social no Brasil: soluções do passado, desafios do presente, incertezas do futuro”. Como subtemas relacionados, os organizadores do Concurso indicam: “A Previdência ideal e a realidade atuarial do sistema"; “Idade mínima para a aposentadoria: como envolver a sociedade na discussão de questões tão sensíveis e fundamentais para todos?”; e "O Estatuto do PTB e a Previdência no Brasil: quais são os modelos propostos pelos partidos e o que melhor funciona para o País?".
Os textos precisam ser inéditos e individuais. Será automaticamente eliminada a monografia que já tiver sido divulgada por qualquer veículo de comunicação, na íntegra ou em parte. O candidato ao prêmio é responsável pela autoria e conteúdo do trabalho, sendo automaticamente excluído da seleção, em qualquer etapa do Concurso, com as punições cabíveis, em caso de plágio.
As monografias serão recebidas até dia 02 de abril de 2011, na sede do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), situado na SEPN, Quadra 504, Bl. A, número 100, Cobertura, Edifício Ana Carolina, Asa Norte, Brasília, Distrito Federal, CEP 70730-521. Os trabalhos somente poderão ser enviados por via postal.
"A questão previdenciária vem sendo discutida, calorosamente, em todo o mundo e, em nosso País, este debate se faz mais que necessário. O que pensam os brasileiros sobre o assunto? O PTB Mulher quer ouvir a sua resposta", convida a Presidente Nacional do movimento, Cristiane Brasil.
Para mais informações sobre o Concurso, basta acessar o regulamento completo no site oficial do PTB Mulher, http://www.ptbmulher.org.br/.
terça-feira, 13 de julho de 2010
A realidade da violência contra a mulher
Impossível deixar de se comover ou mesmo de se revoltar com este caso macabro do goleiro Bruno e sua ex-amante, Eliza Samúdio, cujo desfecho ainda pode revelar muitas surpresas. Mas meu questionamento é para as autoridades, pois, na verdade, trata-se de uma tragédia, há muito, anunciada, já que não é novidade que tanto policiais quanto membros do Judiciário sabiam das ameaças e agressões registradas publicamente pela vítima.
E aí começa uma cadeia de erros e omissões, que acabaram por permitir a série de crimes contra aquela pobre mulher. Dentre os muitos, o mais grave foi a Justiça não autorizar proteção especial para Eliza Samúdio, sob a alegação de que as ameaças e agressões não se deram em ambiente doméstico, o que não configuraria crime de competência da Delegacia da Mulher.
Quer dizer que para que haja apuração, além de olhos roxos, tiros e facadas, a mulher tem que provar elo físico e duradouro com o algoz? Talvez esteja aí, se não o principal, um dos motivos que colocam o Brasil entre os dez primeiros países onde há mais homicídios de mulheres em todo o mundo.
Aqui, uma mulher é assassinada a cada duas horas e violentada a cada dez minutos. Apesar do aumento em 65% no número de denúncias de violência contra as mulheres, a verdade é que os casos ainda são tratados, muitas vezes, com desdém pelas autoridades.
Além do caso Eliza, outros dois de brutal, diria, até mesmo, animalesca violência povoam os noticiários nestas últimas semanas e chocam, seja pela frieza dos agressores ou pelas tentativas de manter a sociedade alheia ao acontecido: refiro-me à advogada Mércia Nakashima, assassinada pelo ex-namorado em São Paulo, e à jovem de 13 anos estuprada pelo ex-namorado, 1 ano mais velho, apenas, e por um amigo dele, de mesma idade, em Santa Catarina. Sem falar no desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro, mistério há dois anos sem solução, e tantos outros que não se tornam de conhecimento público.
Revolta-me mais saber que, muitas vezes, a mulher agredida, violentada, ainda tem que passar por humilhações e deboches ao expor seu drama, o que, muitas vezes, inibe as denúncias e incentiva a violência. Apesar das conquistas sociais, políticas e econômicas da população feminina, ainda estamos presos à era medieval quando o assunto trata da criminalizaçãoão dos atos de violência contra a mulher.
Cabe a todas nós não permitir que tentem nos impor vergonha no lugar de nossa coragem. Pois, todos os avanços até aqui conquistados foram resultado de muita luta, sangue, suor e lágrimas. E coragem não nos falta.
Por Cristiane Brasil
Presidente Nacional do PTB Mulher
E aí começa uma cadeia de erros e omissões, que acabaram por permitir a série de crimes contra aquela pobre mulher. Dentre os muitos, o mais grave foi a Justiça não autorizar proteção especial para Eliza Samúdio, sob a alegação de que as ameaças e agressões não se deram em ambiente doméstico, o que não configuraria crime de competência da Delegacia da Mulher.
Quer dizer que para que haja apuração, além de olhos roxos, tiros e facadas, a mulher tem que provar elo físico e duradouro com o algoz? Talvez esteja aí, se não o principal, um dos motivos que colocam o Brasil entre os dez primeiros países onde há mais homicídios de mulheres em todo o mundo.
Aqui, uma mulher é assassinada a cada duas horas e violentada a cada dez minutos. Apesar do aumento em 65% no número de denúncias de violência contra as mulheres, a verdade é que os casos ainda são tratados, muitas vezes, com desdém pelas autoridades.
Além do caso Eliza, outros dois de brutal, diria, até mesmo, animalesca violência povoam os noticiários nestas últimas semanas e chocam, seja pela frieza dos agressores ou pelas tentativas de manter a sociedade alheia ao acontecido: refiro-me à advogada Mércia Nakashima, assassinada pelo ex-namorado em São Paulo, e à jovem de 13 anos estuprada pelo ex-namorado, 1 ano mais velho, apenas, e por um amigo dele, de mesma idade, em Santa Catarina. Sem falar no desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro, mistério há dois anos sem solução, e tantos outros que não se tornam de conhecimento público.
Revolta-me mais saber que, muitas vezes, a mulher agredida, violentada, ainda tem que passar por humilhações e deboches ao expor seu drama, o que, muitas vezes, inibe as denúncias e incentiva a violência. Apesar das conquistas sociais, políticas e econômicas da população feminina, ainda estamos presos à era medieval quando o assunto trata da criminalizaçãoão dos atos de violência contra a mulher.
Cabe a todas nós não permitir que tentem nos impor vergonha no lugar de nossa coragem. Pois, todos os avanços até aqui conquistados foram resultado de muita luta, sangue, suor e lágrimas. E coragem não nos falta.
Por Cristiane Brasil
Presidente Nacional do PTB Mulher
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