segunda-feira, 4 de março de 2013

Mitos e verdades sobre o diabetes





Mais de 10 milhões de brasileiros sofrem com o Diabetes, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. A doença afeta o metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina e diversos mitos envolvem este mal. O paciente quando bem tratado consegue levar uma vida normal, com determinadas restrições.

Para eliminar dúvidas, veja alguns mitos e as respostas para as questões envolvendo o diabetes:

Todo diabético é obeso.
O diabetes tipo 1 acomete jovens, geralmente nas primeiras duas décadas de vida, e não tem relação com o peso. Também existem pacientes com o tipo 2 da doença que são magros, cujo organismo possui resistência à insulina por fatores genéticos ainda desconhecidos.

A aplicação de insulina causa dependência química.
Não se trata de dependência química, mas de necessidade vital. Sem insulina, muitos pacientes morreriam. Isso não significa que eles sejam viciados na substância.

Produtos diet e light estão liberados.
Nem sempre. No caso dos diet, é preciso checar se são mesmo indicados para dietas com restrição de açúcar (existem produtos diet para pessoas que não podem ingerir sódio ou proteínas, por exemplo) e se eles não têm alto teor de carboidratos ou gordura saturada, que também devem ser evitados. Os produtos light não são obrigatoriamente livres de açúcar ou de qualquer outro nutriente. Eles podem ter apenas um teor reduzido. Por isso, qualquer consumidor, e principalmente quem sofre de diabetes, deve sempre checar a tabela nutricional presente na embalagem dos alimentos.

Comer muito doce provoca diabetes
O hábito de comer açúcar demais (além de gordura e carboidratos), a hereditariedade e a falta de atividade física são fatores de risco para diabetes do tipo 2. Não dá para apontar apenas os doces como culpados.

A doença faz parte da velhice
A ocorrência de diabetes tipo 2 aumenta com o decorrer da idade, o que não significa que todo idoso será diabético. E hoje em dia crianças e jovens têm desenvolvido a enfermidade cada vez mais cedo, pelo fato de não exercitar o corpo e comer produtos com excesso de açúcar, carboidratos e gordura.

Diabéticos não podem beber álcool
O consumo de álcool é permitido, mas deve ser feito com cuidado: de forma moderada e nunca de barriga vazia, para não provocar hipoglicemia (queda na taxa de açúcar no sangue). Evite bebidas com açúcar.

Diabéticas não podem engravidar
As diabéticas só precisam manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos para não engordar demais e seguir com rigor as orientações do médico sobre as formas de controle dos níveis de glicose no sangue.

Um abraço,
Equipe Cristiane Brasil

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Dados sobre o Alzheimer no Brasil



 
O Alzheimer atinge cerca de 35,6 milhões de pessoas no mundo e a estimativa é de que o número dobre a cada 20 anos. No Brasil, segundo dados do IBGE, a estimativa é de que 1,2 milhões de pacientes sofram com a doença, com cerca de 100 mil novos casos por ano.

Os casos não envolvem apenas as pessoas acometidas pela doença e sim familiares, amigos e outros que estão por perto para contribuir com o bem estar do paciente. O Portal Minha Vida realizou uma pesquisa com estas pessoas para entender os efeitos do Alzheimer.

De acordo com a análise, 90,3% daqueles que cuidam ou cuidaram de familiares com a doença têm medo de desenvolver o Alzheimer no futuro. Já os que não acompanharam de perto, 86,9% têm medo. Já as pessoas que não têm familiar com Alzheimer, o percentual foi de 78,4%.

A doença é degenerativa e ainda não tem cura, porém 87,6% das pessoas sabem que ela pode ser adiada com hábitos saudáveis. Em relação a dados demográficos, o Alzheimer acomete mais a mulheres (69,5%) do que os homens (30,5%).

Sobre o primeiro sintoma notado, a perda de memória ficou em primeiro lugar (45,1%), seguida por desorientação (12,9%) e pela dificuldade de reconhecer pessoas (8,5%). O comportamento também é afetado, tornando o paciente mais agressivo de acordo com 49,4% dos cuidadores entrevistados. 

Em relação aos tratamentos adotados, medicamentos aparecem no topo das respostas com 76,9%. Suplementação alimentar e fisioterapia ficaram empatados em segundo lugar com 15,2% das respostas. Sobre hábitos de vida, 19,1% dos pacientes praticam ou praticaram atividades aeróbicas, 15,9% leram livros, 14% fizeram atividades de jardinagem, 9,9% preencheram palavras cruzadas, seguido por 7,8% que fazem ou fizeram atividades e brincadeiras com animais.

Um abraço,
Equipe Cristiane Brasil

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A Geriatria e a terceira idade




Com o passar do tempo, nosso corpo começa a sentir os efeitos do processo de envelhecimento que surgem a partir dos fenômenos biológicos. O jovem se transforma em adulto, que se torna um idoso e vai modificando o seu modo de viver.

Quando chegamos a terceira idade, precisamos de cuidados especiais, pois nosso corpo já não tem mais o vigor da juventude. Pensando nisso, há uma área específica da medicina para cuidar dos idosos, a chamada Geriatria.

Esta especialidade estuda maneiras de prevenir e tratar doenças e limitações que surgem com a idade avançada. Os profissionais são capacitados para lidar com diferentes condições de saúde e doenças relacionadas ao idoso.

Para que os problemas sejam minimizados, os cuidados devem ser adotados desde a juventude. Com a chegada da terceira idade, é importante manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas, relacionamentos interpessoais e exames frequentes. Para qualquer dúvida, procure um geriatra, ele saberá aconselhá-lo!

Um abraço,
Equipe Cristiane Brasil

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mercado de trabalho abre as portas para aposentados





O mercado de trabalho oferece novas oportunidades para profissionais que já estão aposentados. Diante da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, muitas empresas estão resgatando antigos funcionários para assumir cargos de confiança, pois conhecem e reconhecem esta necessidade.  

Entre os fatores que atraem os profissionais está o valor oferecido para o retorno ao trabalho. Além disso, no Brasil, muitas pessoas se aposentam cedo, por volta dos 55 anos e com plenas condições de continuar a exercer as suas funções. Outro ponto que favorece o retorno ao trabalho é a queda brusca do orçamento familiar na hora da aposentadoria. Assim, a proposta de trabalho é uma excelente opção para complementar a renda.

Há ainda casos de pessoas que se aposentaram e nem chegaram a parar de trabalhar, acumularam o benefício ao salário recebido. De acordo com o IBGE, o número de aposentados que continuam trabalhando passou de 3,3 milhões no ano 2000 para 5,4 milhões, o que representa um aumento de 60%.

Este é um fenômeno recente no Brasil que ocorre principalmente nas áreas de engenharia civil, mecânica, eletrotécnica, administração de empresas e vendas. Na maior parte dos casos o perfil do profissional que regressa à empresa corresponde a uma pessoa com média de idade de 68 anos, curso superior completo e pertencente à classe média. 

Além de tudo, os mais velhos têm muita experiência para transmitir aos jovens profissionais. Desta forma, este novo cenário representa uma valorização do trabalhador da melhor idade e reafirma que nunca é tarde para voltar ao trabalho.

Um abraço,
Equipe Cristiane Brasil

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Rio de Janeiro ganha secretaria estadual para a terceira idade





A possibilidade de ter desenvolvido a gestão pública de qualidade para os idosos do Município do Rio de Janeiro, o resultado destes quatro anos de trabalho à frente da SESQV, a atual e crescente procura da população pelo envelhecimento ativo e o significativo aumento da população idosa, ressaltam a importância que está sendo dada à questão do envelhecimento com qualidade de vida.
Prova disso é a mais recente Secretaria Estadual do Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida do Rio de Janeiro. Criada em 2013 e liderada pelo deputado estadual petebista, Marcus Vinícius (Neskau). A parceria entre o Município e o Estado do Rio levará a política do envelhecimento ativo para mais de dois milhões de idosos dos 91 municípios do Rio. É muito gratificante poder vivenciar a expansão do nosso trabalho.

Em entrevista ao portal “A Voz da Serra” o secretário ressaltou a importância de oferecer serviços públicos de qualidade para a população que mais cresce no país. “O índice de envelhecimento da população brasileira está acima da média mundial. Segundo o IBGE, em dez anos, passamos de 15,5 para 23,5 milhões de pessoas na terceira idade. Em 2011, já havia uma pessoa acima dos 60 anos para cada duas menores de 15 anos. Neste cenário, é claro perceber a necessidade de trabalharmos com muita responsabilidade e carinho diversas ações para nossos idosos”.

Entre as medidas imediatas estão a expansão do projeto das Academias da Terceira Idade, as ATI’s, e o combate à violência contra a pessoa idosa. Neste sentido, a nova secretaria vai trabalhar em conjunto com delegacias de polícia especializadas para atender crimes contra idosos, prevenir estes atos em fim, garantir segurança e proteção dos direitos das pessoas da terceira idade. 

Outro projeto que será expandido do nosso Município para todo o nosso Estado é o projeto das Casas de Convivência, pois a socialização na terceira idade é muito importante e faz bem para a saúde e a mente.


Esta é mais uma excelente notícia para os idosos de todo o Rio de Janeiro.

Um abraço,

Cristiane Brasil